DISCURSO DE POSSE NO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO DF

DISCURSO DE POSSE NO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO DF

SAÚDO O PRESIDENTE DO INSTITUTO HISTORICO E GEOGRÁFIO DO DISTRITO FEDERAL, Ilustríssimo DR.  RONALDO POLETTI

CUMPRIMENTO O SECRETÁRIO DR. TARCISIO DINOA MEDEIROS

CUMPRIMENTO O VICE PRESIDENTE, DR. WILLIAN CARVALHO, QUE FEZ TÃO BELA APRESENTAÇÃO DE MINHA PESSOA. OBRIGADO.

CUMPRIMENTO O PROFESSOR E ACADÊMICO HUGO STUART, QUE APRESENTOU MEU NOME AOS NOBRES ACADÊMICOS. E O AGRADEÇO MUITO POR ESSA INICIATIVA.

CUMPRIMENTO OS MESTRES E ACADÊMICOS ADIRSON VASCONCELOS, DE QUEM RECEBI GENTIL SAUDAÇÃO PELA MINHA ELEIÇÃO E LUIS SERRA, QUE, ALÉM DE VIZINHO, É FRATERNO AMIGO E ME AJUDOU A LEMBRAR FEITOS DO PATRONO DA CADEIRA NÚMERO 5, MARECHAL RONDOM.

E PEÇO A TODOS OS ACADÊMICOS QUE NÃO CITEI NOMINALMENTE, QUE RECEBAM MEUS SINCEROS AGRADECIMENTOS E MINHA ETERNA GRATIDÃO. E QUE SE SINTAM HOMENAGEADOS E, POR MIM, HUMILDEMENTE, SAUDADOS.

 

É COM IMENSA SATISFAÇÃO QUE TOMO POSSE COMO MEMBRO DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO DISTRITO FEDERAL.

EXISTEM MUITOS PENSADORES QUE ADMIRO. ENTRE ELES, O GRANDE PSICANALISTA JUNG. SUA VISÃO DE MUNDO E A BUSCA DO ENTENDIMENTO DA TRAJETÓRIA HUMANA FORAM, A MEU VER, FASCINANTES.

SEU CONCEITO DE SINCRONICIDADE REALMENTE É ALGO QUE NOS FAZ PARAR E PENSAR NA PROFUNDIDADE DOS ACONTECIMENTOS QUE, APARENTEMENTE, NÃO TEM MUITO A VER, UNS COM OS OUTROS.

SUAS REFLEXÕES SOBRE AS CONVERGÊNCIAS HISTÓRICAS E O ENCONTRO NO TEMPO E NO ESPAÇO, ENTRE HUMANOS, O TORNAM SINGULAR.

AO SER ACEITO NESSA HONRADA INSTITUIÇÃO NÃO SABIA QUE TERIA COMO PATRONO O MARECHAL CÂNDIDO MARIANO RONDON, UMA DAS MINHAS REFERÊNCIAS PESSOAIS, UM VERDADEIRO HERÓI NACIONAL.

Marechal Rondon foi figura ímpar na construção do Brasil moderno. Positivista, era por convicção um legalista. Nessa condição, Enfrentou os revoltosos da Coluna Prestes – na área de Foz de Iguaçu.

A Coluna dos revoltosos deu ensejo em 1930 ao governo interventor de Getúlio Vargas. Neste ano Rondon acabou preso em Porto Alegre. Por intervenção de Osvaldo Aranha, o então general Rondon acabou se tornando o Chefe da Inspetoria de Fronteiras no governo Vargas.

Criou o SPI, Serviço de Proteção aos Índios (atual FUNAI), e atuou na demarcação e criação do Parque Indígena do Xingu.

Seu maior feito foi conseguir que as linhas de ferro e telégrafo chegasse aos confins da selva com mínimo de danos aos silvícolas e à ecologia.

Como sertanista, Rondon recebeu várias homenagens tanto no Brasil como no exterior. Em 1911, foi aplaudido no Congresso Universal das Raças, Londres, como exemplo a ser seguido “para honra da civilização”. Em 1914, a Sociedade de Geografia de Nova Iorque outorgou-lhe o prêmio Livingstone. Em 1920, foi condecorado pessoalmente pelo rei Alberto I, da Bélgica, “pelo bem que tem feito pela humanidade”. O III Congresso Internacional de História das Ciências, na cimeira de Portugal, homenageou-o dando seu nome a um meridiano. Em 1954, a Universidade da Sorbonne, em Paris, festejou em sessão especial seu 89º aniversário. Em 1957, por iniciativa do Explorer’s Club de Nova Iorque e com o apoio de entidades científicas e culturais do mundo inteiro, foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz.

No Brasil, em 1953, um município de Mato Grosso recebeu o nome de Rondonópolis. Em 1955, por uma lei especial, o Congresso Nacional concedeu-lhe as honras do marechalato. Em fevereiro de 1956, o território federal do Guaporé, percorrido por Rondon em muitas de suas viagens, teve seu nome mudado para Rondônia.

O marechal Rondon morreu em seu apartamento em Copacabana, no Rio de Janeiro, no dia 19 de fevereiro de 1958, aos 93 anos.

Em abril de 1963, foi escolhido patrono da arma de comunicações do Exército. Em 1968, o Ministério da Educação e Cultura criou o Projeto Rondon, com a finalidade de promover estágios de serviço de estudantes universitários em áreas do interior do país.

Seu lema  de vida, deixou como legado humanístico:   morrer se preciso for, matar nunca!

 

NO INÍCIO DA DÉCADA DE 1980, TIVE O PRIVILÉGIO DE TRABALHAR NA FUNAI

FOI UM PERÍODO INTENSO NA MINHA VIDA.

TIVE OPORTUNIDADE DE DELIMITAR DEZENAS DE ÁREAS INDÍGENAS NA AMAZONIA. ESTIVE EM RONDÔNIA, NO ACRE, NO AMAZONAS, EM RORAIMA ATÉ NO SERTÃO DA BAHIA, ONDE VIVIAM OS PATAXÓS, NA REGIÃO DE QUIRIRI DE MIRANDELA, POR ONDE PASSARA, REZA A LENDA, LAMPIÃO.

APRENDI BASTANTE SOBRE MUITAS COISAS, MAS SOBRETUDO APRENDI A ADMIRAR ESSE BRASILEIRO, QUE DESBRAVOU ÁREAS INACESSÍVEIS AO ESTRANGEIRO, LEVANDO AS BASES DA INTEGRAÇÃO REGIONAL, POR MEIO DE FERROVIAS E DO TELEGRÁFO.  E DANDO AOS ÍNDIOS ASSISTÊNCIA E OFERECENDO OS RUDIMENTOS DA CIDADANIA NACIONAL.

EU, ENTÃO ANTROPÓLOGO, PROFISSIONAL DE DELIMITAÇÃO DE TERRITÓRIOS INDÍGENAS, DEIXEI A FUNAI E FUI TRABALHAR NO SERPRO, PARA ACOMPANHAR O DEBATE SOBRE A RESERVA DE MERCADO DE INFORMÁTICA, NO CONGRESSO NACIONAL.

AQUELE PERÍODO FORA DE DEBATES INTENSOS E DE GRANDES TRANSFORMAÇÕES NA REALIDADE BRASILEIRA.

TIVE A ALEGRIA DE ACOMPANHAR AQUELE PROCESSO HISTÓRICO COMO ASSESSOR PARLAMENTAR.

E, NAQUELE MOMENTO, MAIS UMA SINCRONICIDADE ACONTECERA: SENTI QUE TRABALHARIA NO SENADO POR MUITOS E MUITOS ANOS. FORAM 35 ANOS DE APRENDIZADO E DE ADMIRAÇÃO, POIS CONHECI PROFUNDAMENTE O BRASIL, A PARTIR DA AÇÃO PARLAMENTAR.

E NAVEGUEI POR MUITOS E FASCINANTES AMBIENTES DO SENADO. FUI DESDE A ÁREA INDUSTRIAL DA GRÁFICA, AO TREINAMENTO, À COMUNICAÇÃO, AO INTERLEGIS, ATÉ A CHEFIA DE GABINETE DE SENADOR.

NOVAMENTE, VOLTO A JUNG E CHEGO, NESSE INSTANTE, A RECORRENTE IDEIA DE SINCRONICIDADE.

E CONSTATO QUE O UNIVERSO CANALIZA FORÇAS E ENERGIAS PARA QUE TRAJETÓRIAS HUMANAS, APARENTEMENTE DISTANTES, CAMINHEM PARA O ENCONTRO NUM MOMENTO COMO ESSE, NUMA INSTITUIÇÃO DE ESTUDOS HISTÓRICOS E GEOGRÁFICOS, NA CAPITAL DO BRASIL.

AQUI, ASSUMO A CADEIRA NÚMERO 5, CUJO PATRONO, SABEMOS, É O ENALTECIDO MARECHAL RONDON.

A EMOÇÃO DESSE MOMENTO É REALMENTE GRANDE E O ORGULHO, MAIOR AINDA. TENHO SÓ QUE AGRADECER À VIDA, À CONVERGÊNCIA HISTÓRICA, AO CRIADOR DE TUDO.

NA PRÁTICA, TUDO COMEÇOU QUANDO UMA FAMÍLIA DE MIGRANTES DO TRIÂNGULO MINEIRO, EM 1957, DECIDIU VIR PARA  BRASÍLIA, ATENDENDO A UM CHAMADO HISTÓRICO E EXISTENCIAL DO PRESIDENTE KUBISTCHEK E COLABORAR NA REALIZAÇÃO DO MAIOR FEITO POLÍTICO E ADMINISTRATIVO DE NOSSA HISTÓRIA, COM A FORÇA DO TRABALHO, A FÉ  E A DEDICAÇÃO.

AQUI CHEGUEI COM 6 ANOS DE IDADE. MEU AVÔ FOI O FUNDADOR DO HOTEL BRASÍLIA, NO NÚCLEO BANDEIRANTE, O PRIMEIRO DA CAPITAL.

CRESCI E ME TORNEI BRASILIENSE. ESTUDEI, DO PRIMÁRIO AO DOUTORADO, EM BRASÍLIA. EXERCI MUITAS ATIVIDADES DIFERENTES, MAS CONVERGENTES, PORQUE ME AJUDARAM A FORMAR O CIDADÃO QUE SOU E SEMPRE QUIS SER: PROFESSOR.

COMO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO ATUEI NA UNB, NO CEUB, NA CATÓLICA, NO IESB, NA UDF, NO ILB, NA ESAF, NA ENAP E COMPLETO 20 ANOS DE FGV NESTE ANO.

MINHA FORMAÇÃO TAMBÉM PASSOU PELAS ARTES MARCIAIS, TALVEZ EU SEJA HOJE O MAIS ANTIGO PROFESSOR DE KARATE DE BRASÍLIA, EM ATUAÇÃO. A NAGAI KAN, ACADEMIA QUE FUNDEI, COMPLETOU 46 ANOS EM 2019.

FORMEI CENTENAS DE ATLETAS, DEZENAS DE MESTRES E MUITOS CAMPEÕES DE RENOME INTERNACIONAL.  EU OS HOMENAGEIO NA PESSOA, AQUI PRESENTE, DA MAIOR CAMPEÃ QUE BRASÍLIA POSSUI, A NOSSA TETRACAMPEÃ MUNDIAL DE KARATE, CARLA RIBEIRO, MINHA QUERIDA ESPOSA E COMPANHEIRA DE BATALHAS MARCIAIS. VIAJAMOS POR MAIS DE UMA DEZENA DE PAÍSES COMPETINDO E VENCENDO.

À ELA, RENDO MINHAS HOMENAGENS NESTA NOITE, DE TANTA SINCRONIA E CONVERGÊNCIA, ESTENDENDO MINHAS SAUDAÇÕES A TODOS OS NAMORADOS E AO AMOR. OSS, CAMPEÃ!

HOJE, PROCURO VER O BRASIL A PARTIR DO PRISMA ALEPH, DE UM PONTO DE VISTA EQUIDISTANTE, PANORÂMICO, ESTRATÉGICO. TÃO BEM COLOCADO NO CONTO ALEHP, DE JORGE LUIS BORGES, O MAGNÍFICO ESCRITOR ARGENTINO. TAMBÉM PUBLICADO NO CLÁSSICO DO REALISMO FANTÁSTICO, “O DESPERTAR DOS MÁGICOS”, DE Louis Palwue e Jacques Bergier.

O REALISMO FANTÁSTICO NOS LEMBRA MUITO A REALIDADE BRASILIENSE. ALIÁS, ESTAMOS NUMA NAVE ESPACIAL, A SEDE DO IHG. BRASÍLIA É O RESULTADO DE UM SONHO MÁGICO  – QUE SE TORNOU REALIDADE HISTÓRICA E GEOGRÁFICA, GRAÇAS A BRASILEIROS QUE ANTEVIRAM O FUTURO E CONSTRUIRAM A REALIDADE. ESSA REALIDADE FANTÁSTICA QUE VIVEMOS!

NAS PALAVRAS VISIONÁRIAS DE JUSCELINO KUBISTCHEK:

 

“Deste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das mais altas decisões nacionais,

lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada, com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino”

 

 

 

 

EM 1981, ESTAVA NO INTERIOR DO AMAZONAS E, PERPLEXO, ESCREVI UM POEMA QUE MOSTRA BEM ESSA PERCEPÇÃO E A SINCRONICIDADE.

GOSTARIA DE LÊ-LO  PARA AS SENHORAS   E SENHORES

LIRISMO TROPICAL

 

Chove sobre o Solimões, entardece…

Brincam n’água botos alegres e carapanãs

Afiam ferrões para entrar em cena

Na vida dos índios ribeirinhos e, nós, cárius,

Da cidade distante, deslumbramo-nos com as maravilhas da selva e seu real encantamento.

 

São tantas pequeninas coisas a comporem a imensidão do mundo,

Que o coração não se contém…

É sempre o descobrimento do mistério sua razão de ser, percebo.

 

Ante a simplicidade aparente da natureza e a percepção da vida dos índios e pobres que habitam esse rico mundo, o entendimento das coisas torna-se, senão difícil, sutil em demasia, para quem vê o dia com olhos de noite e, no entrechoque dos mundos, oscila entre a selva tropical e a cidade eletronizada.

 

O movimento das águas aprofunda sensações não tardias, mas também não repentinamente.

Nesse instante, o tempo revela ao homem, reificado de adaptações, todo seu incomum mistério, e cabe aos olhos discernir o real – como se extraísse da própria vida seu insignificado.

Deste longínquo mundo equidista meu coração, na medida certa da saudade e das certezas.

Paro, penso, enquanto meu corpo é tomado de sensações inexplicáveis.

E sinto que essa terra, palco de soberba e estranha aventura, inesgotará; feita, que é, de humanidade. Então, choro de terna felicidade.

 

AQUI, REENCONTRO VELHOS AMIGOS E PESSOAS ADMIRÁVEIS. TENHO CERTEZA DE QUE FAREI NOVOS AMIGOS NO INSTITUTO E QUE, JUNTOS, PODEREMOS REALIZAR TRABALHOS EM PROL DE NOSSA CAPITAL E DE NOSSA GENTE.

BRASÍLIA É O RESULTADO DE UM SONHO E É UMA PROMESSA DE QUE O BRASIL CONTINUARÁ SE TRANSFORMANDO NUMA GRANDE NAÇÃO.

ESTAMOS NO CORAÇÃO LOGÍSTICO DE NOSSO PAÍS E TEMOS, POR MISSÃO HISTÓRICA E GEOPOLÍTICA, QUE ENTENDER E EXPLICAR NOSSO COMPLEXO PAÍS PARA AS GERAÇÕES FUTURAS E CONSTRUIR OS ALICERCES DE UMA NAÇÃO FRATERNA, MAIS EQUÂNIME E CAPAZ DE OFERECER A TODOS, QUE PARA AQUI VIEREM, CONDIÇÕES DIGNAS DE VIDA.

MUITO SE FALA EM RESILIÊNCIA, UM CONCEITO DA FÍSICA APLICADO À ADMINISTRAÇÃO E ATÉ À PSICOLOGIA.

MAS NO MUNDO ATUAL, AS CRISES SÃO MAIS CONSISTENTES E DURADOURAS E A RESILIÊNCIA PRESSUPÕE QUE, SUPERADA A CRISE, AS PESSOAS VOLTEM À NORMALIDADE.

ISSO É PASSADO. VIVEMOS A ERA, NO DIZER DE NASSIN TALEB, DO ANTIFRÁGIL. APÓS SUPERARMOS AS CRISES NOS TORNAMOS MAIS FORTES E CAPAZES DE ENFRENTAR OS DESAFIOS, QUE SERÃO SEMPRE MAIS DIFÍCEIS, MAS NÃO INVENCÍVEIS.  ESSE É O APRENDIZADO NECESSÁRIO PARA VIVER BEM NOSSO TEMPO.

 

 

MEUS AMIGOS, MUITO OBRIGADO AOS ACADÊMICOS QUE ME HONRARAM COM ESSA DISTINÇÃO, TÃO NOBRE.

MUITO OBRIGADO A TODOS OS AMIGOS AQUI ME HONRAM COM SUA PRESENÇA. MUITOS AQUI SÃO COMPANHEIROS DE JORNADA, DE TRABALHO, TANTO NA ACADEMIA DE ARTES MARCIAIS, COMO NA LABUTA INTELECTUAL, NA  AÇÃO POLÍTICA, NA LUTA CONJUNTA PARA CONSTRUIRMOS UM BRASIL MAIS EQUÂNIME E JUSTO.

RENDO MINHAS SINCERAS HOMENAGENS A TODOS VOCÊS E AGRADEÇO À VIDA POR TÊ-LOS ENCONTRADO PELO CAMINHO.

SABEMOS, COMO DISSE DRUMMOND, QUE NO MEIO DO CAMINHO TINHA UMA PEDRA. TINHA UMA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO.

MAS, NO DIZER DE ANTONIO MACHADO, OUTRO GRANDE POETA:

CAMINHANTE, SÃO TEUS PASSOS

O CAMINHO E NADA MAIS;

CAMINHANTE, NÃO HÁ CAMINHO,

AO ANDAR SE FAZ O CAMINHO,

E AO VOLTAR A VISTA  ATRÁS

SE VÊ A SENDA QUE NUNCA SE VOLTARÁ A PISAR

CAMINHANTE, NÃO HÁ CAMINHO

MAS SULCOS DE ESCUMA AO MAR

 

AGRADEÇO A PRESENÇA DE MEUS AMIGOS DIPLOMATAS ESPANHÓIS, MANUEL E PILAR. ANTONIO E ESPOSA.  JESUS  E SILVANIA. E A MINHA QUERIDA ANGELA, QUE TÃO BEM REPRESENTA A EMBAIXADA ITALIANA.  MEUS AVÓS PATERNO E MATERNO TINHAM ORIGEM ESPANHOLA E ITALIANA. MAIS UMA SINCRONICIDADE HISTÓRICA.

VAMOS CONTINUAR ESCREVENDO A NOSSA HISTORIA!

DEDICO AOS MEUS FALECIDOS PAIS, FLAVIO TESTA E EUNICE PANIAGO TESTA, ESTA HOMENAGEM.

FORAM ELES OS RESPONSÁVEIS PELA MINHA TRAJETÓRIA.

MINHA INESQUECÍVEL MÃE, COM SEU ESPÍRITO PIONEIRO E VISIONÁRIO ME PRESENTOU COM O PRIMEIRO LIVRO. DOM QUIXOTE DE LA MANCHA, DE MIGUEL DE CERVANTES.

E MEU QUERIDO PAI, TAMBÉM VISIONÁRIO, ME PRESENTEOU COM UMA REVISTA DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS. UM GIBI DE CAUBÓI.

ELES FORAM MARAVILHOSOS. OBRIGADO, PAI E MÃE.

MUITO OBRIGADO À MINHA FAMÍLIA, ESPOSA, FILHA E GENRO AQUI PRESENTES.

BOA NOITE A TODOS

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